FONPLATA

Com o projeto "Melhoria dos Acesso ao Setor Portuário", o FONPLATA financiará obras de US$ 50 milhões.

Assunção, 10 de outubro de 2018.- A Diretoria Executiva do FONPLATA, reunida nesta cidade, aprovou hoje o projeto "Melhoria do Acesso ao Setor Portuário", que busca melhorar a acessibilidade terrestre, tanto rodoviária quanto ferroviária ao Porto de Montevidéu, no Uruguai.

Os trabalhos também buscam eliminar os problemas de congestionamento de trânsito causados pelo tráfego intenso de acesso ao porto e ampliar a capacidade do recinto portuário e sua funcionalidade.

O transporte de pessoas e de cargas nas cercanias do porto de Montevidéu aumentou por causa da crescente atividade econômica do próprio Porto e da cidade.

Por sua vez, o modo de gestão espacial das cargas vem mudando, por causa, entre outros fatores, da criação de novos centros de concentração, como terminais extra portuários e portos secos, além de áreas de exclusão ou limitações ao transporte pesado.

Esses fenômenos geraram uma grande mudança na demanda de infraestrutura na área de acesso ao Porto.

A Administração Nacional de Portos resolve repensar a circulação interna do Porto de Montevidéu para concentrar as entradas e saídas de veículos de carga em um único ponto de acesso que permita melhorar a eficiência do sistema logístico portuário, aumentar sua produtividade e ampliar suas capacidades de uso do solo, em harmonia com o desenvolvimento da cidade.

Entre as obras a serem realizadas está a construção de um viaduto e de uma ponte em arco no atual Acesso Portuário, a pavimentação do novo espaço portuário e outras obras que melhorarão a circulação interna e externa no Porto de Montevidéu.

O objetivo geral do projeto é melhorar a competitividade e eficiência do Porto de Montevidéu para atender às necessidades de expansão do comércio exterior em um horizonte não inferior a 30 anos.

 

Publicado en Noticias
Lunes, 08 Octubre 2018 16:57

Trens mais seguros para Buenos Aires

FONPLATA aprova US$ 50 milhões para melhorar a regularidade e reduzir acidentes no serviço ferroviário da capital argentina

Assunção, 10 de outubro de 2018.- O Conselho Executivo do FONPLATA reunido nesta cidade aprovou hoje o projeto "Apoio ao Programa de Segurança Ferroviária na Região Metropolitana de Buenos Aires", no valor de US$ 50 milhões.

O objetivo do programa é melhorar a segurança e a qualidade do serviço das linhas ferroviárias de passageiros da Região Metropolitana de Buenos Aires. Especificamente, espera-se contribuir para melhorar os índices de regularidade absoluta do serviço e reduzir as taxas de acidentes nos trechos que passarão por intervenções.

O financiamento proposto apoiará de maneira oportuna investimentos urgentes e necessários no setor ferroviário da Região Metropolitana de Buenos Aires.

O trem desempenha um papel central no desenvolvimento da Região Metropolitana de Buenos Aires, definindo os principais eixos de circulação e crescimento.

A rede ferroviária de passageiros da Região Metropolitana de Buenos Aires é uma das maiores do mundo ocidental; tem uma extensão de 815 km distribuídos em sete linhas. No entanto, apenas 1,6 milhão de transferências são feitas diariamente pelo sistema ferroviário de um total de 22,7 milhões.

O programa financiado pelo FONPLATA complementa e gera significativas sinergias com outras iniciativas e projetos que estão sendo desenvolvidos, como a recuperação da Linha Belgrano, a recuperação da Linha San Martín, a recuperação da Linha Roca e a re-eletrificação de Sarmiento.

Publicado en Noticias

A estrutura terá aproximadamente 800 metros de comprimento e é considerada de vital importância para a mobilidade urbana de Joinville, no estado brasileiro de Santa Catarina.

Ela vai conectar as zonas Sul e Leste e reduzirá o tempo dos moradores deste município. aportando mais qualidade de vida e melhores oportunidades de crescimento econômico para esta cidade que é um dos polos industriais do Sul brasileiro.

Para a construção da ponte, que deve ser concluída dentro de quatro anos, o FONPLATA financiou US$40 milhões.  

Neste vídeo os moradores da cidade contam suas expectativas:

Publicado en Noticias

Por Juan Notaro*

No final de setembro eu estive em Joinville, Santa Catarina, no sul do Brasil. É uma cidade de meio milhão de habitantes, com uma pujante atividade econômica, que é a sede do maior polo industrial da região e gera cerca de 14% do PIB do estado.

*Texto publicado originalmente na coluna mensal de Juan Notaro no Huff Post.

É, por definição, o que nos organismos de desenvolvimento chamamos de cidade intermediária (ou média, de acordo com outras fontes). Ou seja, um assentamento urbano entre 100.000 e dois milhões de habitantes.

Segundo o BID, existem mais de 140 cidades com essas características na América Latina. A maioria delas, como Joinville, são polos de desenvolvimento agrícola ou industrial. Também são assentamentos urbanos que estão crescendo mais rapidamente do que as principais capitais do continente.

Estima-se que até 2040, em pouco mais de 20 anos, muitas dessas cidades terão duplicado sua população. O desafio para o FONPLATA e outras organizações de desenvolvimento é acompanhar esse crescimento para que ocorra de maneira ordenada e planejada, diferente do que aconteceu no século passado nos principais centros urbanos da América Latina.

Este crescimento populacional coloca uma enorme pressão sobre os governos locais para satisfazer necessidades como transporte, serviços públicos, segurança e outros. As soluções também devem considerar sua sustentabilidade a longo prazo e considerar fatores como os efeitos das mudanças climáticas.

A vantagem para essas cidades é que elas ainda têm tempo para planejar o crescimento e se preparar para o futuro. Seu tamanho populacional relativamente pequeno também permite uma comunicação mais fluida com os cidadãos para determinar e priorizar a atenção às suas necessidades.

Além disso, as cidades e os municípios têm um papel cada vez maior na definição de suas necessidades de desenvolvimento e no estabelecimento das soluções mais viáveis, de acordo com características e prioridades específicas.

É um processo no qual devem participar as autoridades locais, os governos nacionais e os habitantes desses centros urbanos, e no qual os organismos internacionais de desenvolvimento podemos apoiar, não apenas com financiamento, mas também com capacidade técnica e compartilhando o conhecimento de experiências semelhantes em outros países.

A tendência mundial é que as cidades e os municípios devem enfatizar a criação de condições adequadas para incentivar o investimento e a melhoria da qualidade de vida de seus habitantes através da infraestrutura adequada, políticas que promovam o desenvolvimento e serviços de qualidade para todos os seus habitantes.

No FONPLATA abrimos recentemente as portas para várias dessas cidades, que já estão se preparando para enfrentar esses desafios. Em Joinville, por exemplo, trabalhamos há vários anos no condicionamento de parques e de outros espaços públicos.

Para continuar honrando a sua merecida reputação de "cidade das bicicletas", também apoiamos o conserto e a construção de ciclovias, um sistema de transporte ecológico barato, acessível, com um impacto muito positivo na saúde dos habitantes, tanto em termos de exercício quanto de economia de emissões poluentes.

Também estamos financiando a construção de uma ponte, que aliviará significativamente o trânsito no centro da cidade, para que os habitantes do sul de Joinville passem menos tempo no trânsito e mais tempo com a família.

Trata-se também de uma construção que minimiza a devastação dos delicados manguezais nesta área do estado. São soluções práticas, sustentáveis e respeitosas com o meio ambiente.

No Brasil estamos trabalhando com outras cidades com características semelhantes, como Itajaí e Criciúma (também em Santa Catarina), e Corumbá (Mato Grosso do Sul) com projetos que visam aprimorar a qualidade de vida das pessoas, como a melhoria das estradas, os sistemas de drenagem e a construção de ciclovias.

Em um continente que cresce e continuará crescendo nos próximos anos, temos a oportunidade única de fazer das cidades de médio porte verdadeiros exemplos de desenvolvimento planejado e sustentável para o benefício de todos os seus habitantes.

Publicado en Noticias

A Prefeitura de Joinville assinou nesta quinta-feira ( 27) com o Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata) o contrato de 40 milhões de dólares que serão aplicados na construção da Ponte Joinville, que irá ligar os bairros Adhemar Garcia e Boa Vista, na zona leste da cidade.

A cerimônia foi realizada na sede da Prefeitura. Assinaram o contrato o prefeito Udo Döhler, o presidente do Fonplata Juan Enrique Notaro Fraga, a gerente de operações do Fonplata Luciana Botafogo e a procuradora da Fazenda Nacional Suely Dib de Souza e Silva. O contrato prevê a construção em 48 meses (quatro anos) e o prazo de 15 anos para a amortização.

“Essa obra pode ser vista como um monumento ao trabalhador de Joinville”, afirmou o prefeito. Udo Döhler fez uma referência especial aos moradores das zonas Sul e Leste, especialmente dos bairros Adhemar Garcia e Boa Vista, que ganharão em mobilidade e qualidade de vida.

Pelo Fonplata, o presidente Juan Enrique Notaro Fraga citou outros projetos financiados pelo fundo como os parques e sistema cicloviário.

“Seguramente Joinville se destaca entre as cidades sustentáveis, mais humanas e por sua qualidade de vida. Por isso, pode continuar contando com o Fonplata como parceiro estratégico”.

O contrato de empréstimo leva o número BRA-018/2017 e integra o Programa Linha Verde Eixo Ecológico Leste Joinville. A formalização foi precedida por estudo de concepção, aprovação da carta consulta ao Fonplata com aval da Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda e aprovação pelo Senado Federal.

O passo seguinte foi a contratação dos estudos e projeto de engenharia, em desenvolvimento pela construtora Planave, do Rio de Janeiro. Em seis meses, segundo prevê o contrato, ocorrerá o primeiro desembolso do empréstimo, quando é prevista a conclusão do projeto e dos estudos de impacto ambiental.

Trata-se de uma ponte com aproximadamente 800 metros de comprimento e 27,8 metros de largura e duas faixas para bicicleta e ciclofaixa, considerada de vital importância para a mobilidade urbana de Joinville na ligação entre as zonas Sul e Leste, que atualmente é feita apenas pela Ponte do Trabalhador no bairro Guanabara ou pela região central.

A etapa final para início efetivo da construção da ponte é o lançamento pela Prefeitura de Joinville do edital de licitação pública internacional.

Publicado en Noticias

No filme ”A Missão” (Roland Joffe, 1986), o emissário do Vaticano está impressionado com as conquistas comerciais dos assentamentos dirigidos por sacerdotes jesuítas. Os documentos históricos indicam que, de fato, em meados do século XVIII as missões jesuíticas eram centros eficientes e modernos de produção agrícola, pecuária e de outros bens.

Por Juan E. Notaro, presidente executivo do FONPLATA*

O filme também mostra como os jesuítas incentivaram o cultivo de outro tipo de riqueza. As tradições, a música e até a gastronomia dessas regiões. A convivência, além disso, deu lugar a expressões artísticas e culturais que se originaram dessa mistura, e que hoje fazem parte do patrimônio das áreas missionárias da América do Sul.

Geograficamente, além disso, as missões jesuíticas foram erguidas no local que muitos anos depois seria a área de operações e influência da instituição que presido: a Bacia do Prata. Esse sistema fluvial era, por sua vez, a rede que mantinha as missões conectadas entre si e com o mundo exterior.

O corredor das missões jesuíticas da América do Sul é hoje uma unidade geográfica, patrimonial e cultural única no mundo. Uma unidade também constituída pelos países com os quais o FONPLATA trabalha: Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Isso nos coloca como uma instituição em posição privilegiada para contribuir para o desenvolvimento, crescimento e exploração dos recursos humanos, turísticos e culturais das áreas da missão jesuíta na América do Sul.

Foi isso que nos motivou a assinar recentemente uma linha de financiamento com o Banco Interamericano de Desenvolvimento de 100 milhões de dólares, para aumentar as oportunidades econômicas, sociais e culturais na áreas que definimos como Corredor de Missões Jesuíticas, com projetos de infraestrutura de conectividade, integração regional em turismo e desenvolvimento de cidades fronteiriças, entre outros.

Mas o nosso compromisso com o desenvolvimento das áreas ligadas às missões jesuíticas antecede este acordo e está ligado à própria história do FONPLATA.

Na Bolívia, financiamos vários trechos de estradas na área de Chiquitos, onde a maioria das missões jesuíticas do país estão localizadas, inclusive algumas delas são um claro exemplo de cultura viva, na qual os habitantes e moradores da região cultivam e promovem suas tradições.

No Paraguai também estamos financiando projetos rodoviários no leste do país, uma área onde estão algumas missões jesuíticas e que também faz fronteira com áreas de presença jesuíta na Argentina, onde também temos projetos em províncias como Misiones, Chaco, Corrientes e Formosa, dando testemunho de nosso compromisso com o desenvolvimento no noroeste argentino e contribuindo para que o Corredor das Missões Jesuíticas da América do Sul seja um pólo de desenvolvimento, além de fomentar seu potencial turístico e cultural.

Além disso, no plano cultural, também estamos comprometidos em apoiar o Festival de Música Barroca que é realizado semestralmente em Santa Cruz de la Sierra, o resgate de músicas que foram compostas nas missões, muitas delas ainda em antigos arquivos, bem como como a diversa culinária desta parte do continente.

Em suma, o desenvolvimento do Corredor de Missões Jesuíticas da América do Sul é um objetivo que compartilhamos, não apenas com o BID, mas também com os governos de cada um dos países que o integram (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai), mas também com suas tradições, sua cultura e, acima de tudo, seu povo.

* Texto originalmente publicado na coluna mensal de Juan Notaro no The Huff Post

Publicado en Noticias

A Diretoria Executiva do FONPLATA aprovou em 14 de agosto de 2018 o projeto Itajaí Moderna e Sustentável para melhorar a qualidade de vida dos moradores desta cidade localizada no estado de Santa Catarina, região sul do Brasil. Através do financiamento de US$ 62,50 milhões serão feitas obras de infraestrutura urbana e socioambiental para o benefício dos quase 300 mil habitantes do local.

Entre as melhorias estão a ampliação da mobilidade urbana através da recuperação dos pavimentos, da reabilitação e adaptação do sistema de vias, além da drenagem pluvial tendo em conta que a cidade está cercada por rios que transbordam em determinados períodos do ano impedindo o trânsito de pessoas e de bens; além da recuperação de áreas públicas de recreação e de descanso.

Publicado en Noticias

Os países da América Latina não investem o suficiente em esportes. A afirmação foi feita por Carlos Scartascini, economista-chefe do Departamento de Pesquisa do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), durante o debate "Os programas esportivos ajudam a reduzir a pobreza?".

"Basta observar os orçamentos (dedicados ao esporte) dos países sul-americanos. É menos de um décimo do que o mundo desenvolvido gasta", disse Scartascini, ao destacar que o BID investe e desenvolve programas de incentivo ao esporte em 18 países.

Para Scartascini, "há um déficit esportivo (na América do Sul). Você tem que investir mais e melhor em atividades onde as crianças possam sair dos jogos eletrônicos. 86% dos adolescentes na América Latina são inativos".

A estrutura das cidades também é outro fator que pode favorecer a atividade física, por exemplo, com "uma urbanização que promova as pessoas a praticar esportes, a correr".

O evento contou com a presença do presidente do BID, Luis Alberto Moreno, e da ex-atleta Aurelie Gilles.

"Há uma questão de gênero que é claramente vista no mundo esportivo. Há avanços na igualdade de gênero que podem ser alcançados através do esporte", disse Gilles.

Como implementar programas esportivos em áreas de baixa renda? De acordo com Scartascini, "não é apenas fazer um campo de futebol e jogar uma bola. Você tem que entender os problemas que eles (crianças e jovens) trazem. Devemos também dar-lhes contenção".

Apesar dos investimentos e apoio, os jovens às vezes não demonstram interesse em esportes. Segundo Gilles, "ter exemplos como (o atleta jamaicano) Usain Bolt é um interesse e dedicação necessários à continuidade da prática".

Em boa parte dos países da América do Sul, o esporte mais popular é o futebol, o que sugere que os programas de incentivo ao esporte são principalmente dedicados a essa atividade.

De acordo com Scartascini, "o futebol é relativamente mais fácil de fazer do que, digamos, uma quadra de tênis. As pessoas consideram o futebol como o esporte número um, mas, por exemplo, em alguns bairros muito carentes da Argentina, eles jogam críquete. Mas é preciso investir em tudo. "

Avaliar o impacto de programas sociais dedicados ao esporte ainda é complicado nessa região. Na Europa, explica o especialista, "os salários são mais altos entre os que fizeram ou praticam esportes".

"Deveria ser um direito humano praticar esportes, porque você vê o efeito imediato nas pessoas", disse Gilles. Ele acrescentou que "praticando e oferecendo espaços para que crianças e para aqueles que podem praticar vejam o que é possível conseguir com o esporte". Por exemplo, identificar os campeões locais ".

Além de gerar benefícios físicos, a prática esportiva apoia o desenvolvimento de habilidades, como a disciplina. "É por isso que temos que incentivar o esporte em áreas carentes, já que os esportes exigem investimento e tempo. Nem mesmo Messi nasceu Messi ", declarou Scartascini.

Publicado en Noticias

No marco da aliança estratégica entre o FONPLATA e o NDB, o Novo Banco de Desenvolvimento (integrado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o município de Sorocaba, localizado na região metropolitana de São Paulo, recebeu do Ministério do Planejamento do Brasil a recomendação de preparar o financiamento ao Programa “Desenvolve Sorocaba”.

Read here this note in english.

O objetivo é melhorar a qualidade de vida da população através da integração da malha viária urbana. Desta maneira será ampliada a capacidade de desenvolvimento social, ambiental e cultural desta cidade, um dos principais polos industriais do Brasil.

O FONPLATA irá financiar US$16 milhões e o NDB, US$40 milhões. No programa das obras está previsto:

- Aumentar a velocidade média nos deslocamentos, reduzindo sensivelmente os tempos de percurso;

- Criar rotas alternativas de forma a possibilitar melhor circulação de veículos;

- Melhorar a malha cicloviária do município, promovendo um aumento de sua extensão;

- Aumentar a quantidade de equipamentos acessíveis do município, gerando maior satisfação do usuário;

- Diminuição dos gastos anuais com manutenção de vias públicas;

- Reduzir os danos materiais e físicos causados pelos alagamentos nos períodos de chuva;

- Reduzir a emissão de gás carbônico no meio ambiente.

Em junho deste ano o presidente executivo do FONPLATA, Juan Notaro, em entrevista ao “Diário do Povo”, um dos mais importantes veículos de comunicação da China, informou sobre os trabalhos integrados deste organismo financeiro internacional com o NDB.

Publicado en Noticias
Página 1 de 4

Sede

Teléfono +591 3 315 9400
Fax +591 3 3371713
Avenida San Martín #155, barrio Equipetrol, edificio Ambassador Business Center Piso 3
Santa Cruz de la Sierra, Bolivia

Oficina de Seguimiento de Proyectos
Teléfonos +595 21 453 320
Avenida Mariscal López Nº 957
Asunción, Paraguay

Siguenos

Contacto Linkedin youtube Google+