FONPLATA

A estrutura terá aproximadamente 800 metros de comprimento e é considerada de vital importância para a mobilidade urbana de Joinville, no estado brasileiro de Santa Catarina.

Ela vai conectar as zonas Sul e Leste e reduzirá o tempo dos moradores deste município. aportando mais qualidade de vida e melhores oportunidades de crescimento econômico para esta cidade que é um dos polos industriais do Sul brasileiro.

Para a construção da ponte, que deve ser concluída dentro de quatro anos, o FONPLATA financiou US$40 milhões.  

Neste vídeo os moradores da cidade contam suas expectativas:

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Por Juan Notaro*

 

A finales de septiembre estuve en Joinville, Santa Catarina, en el sur de Brasil. Es una ciudad de medio millón de habitantes, con una pujante actividad económica, donde se asienta el mayor polo industrial de esta región del país y que genera cerca del 14% de PIB del estado.

*Texto publicado originalmente en la columna mensual de Juan Notaro en Huff Post.

Se trata, por definición, de lo que en los organismos de desarrollo llamamos una ciudad intermedia (o mediana, según otras fuentes). Es decir, un asentamiento urbano de entre 100.000 y dos millones de habitantes.

Según el BID, existen más de 140 ciudades con estas características en América Latina. La mayoría de ellas, como Joinville, son polos de desarrollo agrícola o industrial. También son asentamientos urbanos que están creciendo a mayor velocidad que las grandes capitales del continente.

Se calcula que para 2040, en poco más de 20 años, muchas de estas ciudades habrán duplicado su población. El desafío para FONPLATA y otras organizaciones de desarrollo es acompañar ese crecimiento para que se produzca de manera ordenada y planificada, a diferencia de lo que ocurrió el siglo pasado en los principales centros urbanos de América Latina.

Este crecimiento de la población pone una enorme presión sobre los gobiernos locales para satisfacer necesidades como transporte, servicios públicos, seguridad y otros. Las soluciones, además, deberán contemplar su sostenibilidad a largo plazo y considerar factores como los efectos del cambio climático.

La ventaja para estas ciudades es que todavía tienen tiempo de planificar el crecimiento y prepararse para el futuro. Su tamaño poblacional relativamente pequeño también permite una comunicación más fluida con los ciudadanos para determinar y priorizar la atención a sus necesidades.

Adicionalmente, las ciudades y municipios tienen cada vez más protagonismo en la definición de sus necesidades de desarrollo y en el establecimiento de las soluciones más viables, de acuerdo con características particulares y prioridades.

Es un proceso en el que deben participar las autoridades locales, los gobiernos nacionales y los habitantes de esos centros urbanos, y en el que los organismos internacionales de desarrollo podemos apoyar, no solo con financiamiento, sino también con capacidad técnica y compartiendo el conocimiento de experiencias similares en otros países.

La tendencia mundial es que las ciudades y municipios deben enfocarse en crear las condiciones apropiadas para fomentar la inversión y la mejor calidad de vida de sus habitantes mediante la provisión de infraestructura adecuada, políticas que fomenten el desarrollo y servicios de buena calidad para todos sus habitantes.

En FONPLATA hemos abierto las puertas recientemente a varias de estas ciudades, que ya se están preparando para acometer estos desafíos. En Joinville, por ejemplo, hemos estado trabajando desde hace varios años en el acondicionamiento de parques y otros espacios públicos.

Para seguir haciendo honor a su bien ganada fama de “ciudad de las bicicletas”, también estamos apoyando el acondicionamiento y la construcción de ciclovías, un sistema de transporte barato, accesible, ecológico, y con impacto muy positivo sobre la salud de los habitantes, tanto en términos de ejercicio como de ahorro de emisiones contaminantes.

También estamos financiando la construcción de un puente, que aliviará de manera significativa el tráfico en el centro de la ciudad, para que los habitantes del sur de Joinville pasen menos tiempo en el tráfico y más tiempo con su familia.

Se trata, además, de una construcción que minimiza la deforestación de los delicados manglares de esta zona del estado. Son soluciones prácticas, sostenibles y respetuosas con el medio ambiente.

En Brasil estamos trabajando con otras ciudades de características similares, como Itajaí y Criciúma (también en Santa Catarina), y Corumbá (Mato Grosso do Sul) con proyectos orientados a mejorar la calidad de vida de las personas, como el acondicionamiento de la vialidad, los sistemas de drenaje y la construcción de ciclovías.

En un continente que crece y seguirá creciendo en los próximos años, tenemos la oportunidad única de hacer de las ciudades medianas verdaderos ejemplos de desarrollo planificado y sostenible para el beneficio de todos su habitantes.

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Por Juan Notaro*

No final de setembro eu estive em Joinville, Santa Catarina, no sul do Brasil. É uma cidade de meio milhão de habitantes, com uma pujante atividade econômica, que é a sede do maior polo industrial da região e gera cerca de 14% do PIB do estado.

*Texto publicado originalmente na coluna mensal de Juan Notaro no Huff Post.

É, por definição, o que nos organismos de desenvolvimento chamamos de cidade intermediária (ou média, de acordo com outras fontes). Ou seja, um assentamento urbano entre 100.000 e dois milhões de habitantes.

Segundo o BID, existem mais de 140 cidades com essas características na América Latina. A maioria delas, como Joinville, são polos de desenvolvimento agrícola ou industrial. Também são assentamentos urbanos que estão crescendo mais rapidamente do que as principais capitais do continente.

Estima-se que até 2040, em pouco mais de 20 anos, muitas dessas cidades terão duplicado sua população. O desafio para o FONPLATA e outras organizações de desenvolvimento é acompanhar esse crescimento para que ocorra de maneira ordenada e planejada, diferente do que aconteceu no século passado nos principais centros urbanos da América Latina.

Este crescimento populacional coloca uma enorme pressão sobre os governos locais para satisfazer necessidades como transporte, serviços públicos, segurança e outros. As soluções também devem considerar sua sustentabilidade a longo prazo e considerar fatores como os efeitos das mudanças climáticas.

A vantagem para essas cidades é que elas ainda têm tempo para planejar o crescimento e se preparar para o futuro. Seu tamanho populacional relativamente pequeno também permite uma comunicação mais fluida com os cidadãos para determinar e priorizar a atenção às suas necessidades.

Além disso, as cidades e os municípios têm um papel cada vez maior na definição de suas necessidades de desenvolvimento e no estabelecimento das soluções mais viáveis, de acordo com características e prioridades específicas.

É um processo no qual devem participar as autoridades locais, os governos nacionais e os habitantes desses centros urbanos, e no qual os organismos internacionais de desenvolvimento podemos apoiar, não apenas com financiamento, mas também com capacidade técnica e compartilhando o conhecimento de experiências semelhantes em outros países.

A tendência mundial é que as cidades e os municípios devem enfatizar a criação de condições adequadas para incentivar o investimento e a melhoria da qualidade de vida de seus habitantes através da infraestrutura adequada, políticas que promovam o desenvolvimento e serviços de qualidade para todos os seus habitantes.

No FONPLATA abrimos recentemente as portas para várias dessas cidades, que já estão se preparando para enfrentar esses desafios. Em Joinville, por exemplo, trabalhamos há vários anos no condicionamento de parques e de outros espaços públicos.

Para continuar honrando a sua merecida reputação de "cidade das bicicletas", também apoiamos o conserto e a construção de ciclovias, um sistema de transporte ecológico barato, acessível, com um impacto muito positivo na saúde dos habitantes, tanto em termos de exercício quanto de economia de emissões poluentes.

Também estamos financiando a construção de uma ponte, que aliviará significativamente o trânsito no centro da cidade, para que os habitantes do sul de Joinville passem menos tempo no trânsito e mais tempo com a família.

Trata-se também de uma construção que minimiza a devastação dos delicados manguezais nesta área do estado. São soluções práticas, sustentáveis e respeitosas com o meio ambiente.

No Brasil estamos trabalhando com outras cidades com características semelhantes, como Itajaí e Criciúma (também em Santa Catarina), e Corumbá (Mato Grosso do Sul) com projetos que visam aprimorar a qualidade de vida das pessoas, como a melhoria das estradas, os sistemas de drenagem e a construção de ciclovias.

Em um continente que cresce e continuará crescendo nos próximos anos, temos a oportunidade única de fazer das cidades de médio porte verdadeiros exemplos de desenvolvimento planejado e sustentável para o benefício de todos os seus habitantes.

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A Prefeitura de Joinville assinou nesta quinta-feira ( 27) com o Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata) o contrato de 40 milhões de dólares que serão aplicados na construção da Ponte Joinville, que irá ligar os bairros Adhemar Garcia e Boa Vista, na zona leste da cidade.

A cerimônia foi realizada na sede da Prefeitura. Assinaram o contrato o prefeito Udo Döhler, o presidente do Fonplata Juan Enrique Notaro Fraga, a gerente de operações do Fonplata Luciana Botafogo e a procuradora da Fazenda Nacional Suely Dib de Souza e Silva. O contrato prevê a construção em 48 meses (quatro anos) e o prazo de 15 anos para a amortização.

“Essa obra pode ser vista como um monumento ao trabalhador de Joinville”, afirmou o prefeito. Udo Döhler fez uma referência especial aos moradores das zonas Sul e Leste, especialmente dos bairros Adhemar Garcia e Boa Vista, que ganharão em mobilidade e qualidade de vida.

Pelo Fonplata, o presidente Juan Enrique Notaro Fraga citou outros projetos financiados pelo fundo como os parques e sistema cicloviário.

“Seguramente Joinville se destaca entre as cidades sustentáveis, mais humanas e por sua qualidade de vida. Por isso, pode continuar contando com o Fonplata como parceiro estratégico”.

O contrato de empréstimo leva o número BRA-018/2017 e integra o Programa Linha Verde Eixo Ecológico Leste Joinville. A formalização foi precedida por estudo de concepção, aprovação da carta consulta ao Fonplata com aval da Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda e aprovação pelo Senado Federal.

O passo seguinte foi a contratação dos estudos e projeto de engenharia, em desenvolvimento pela construtora Planave, do Rio de Janeiro. Em seis meses, segundo prevê o contrato, ocorrerá o primeiro desembolso do empréstimo, quando é prevista a conclusão do projeto e dos estudos de impacto ambiental.

Trata-se de uma ponte com aproximadamente 800 metros de comprimento e 27,8 metros de largura e duas faixas para bicicleta e ciclofaixa, considerada de vital importância para a mobilidade urbana de Joinville na ligação entre as zonas Sul e Leste, que atualmente é feita apenas pela Ponte do Trabalhador no bairro Guanabara ou pela região central.

A etapa final para início efetivo da construção da ponte é o lançamento pela Prefeitura de Joinville do edital de licitação pública internacional.

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En la película La Misión (Roland Joffé, 1986), el emisario del Vaticano queda impresionado con los logros comerciales de los asentamientos regidos por los sacerdotes jesuitas. Los documentos históricos señalan que, en efecto, a mediados del siglo XVIII las misiones jesuíticas eran centros eficientes y modernos de producción agrícola, ganadera y de otros bienes.

Por Juan Notaro, Presidente Ejecutivo de FONPLATA*

El filme también muestra cómo los jesuitas incentivaron el cultivo de otro tipo de riqueza. Las tradiciones, la música y hasta la gastronomía de esas regiones. La convivencia, además, dio paso a expresiones artísticas y culturales que resultaron de esa mezcla, y que hoy son parte del patrimonio de las zonas misioneras de Sudamérica.

Geográficamente, además, las misiones jesuíticas se levantaron en el lugar que muchos años después sería el área de operaciones e influencia de la institución que presido: la Cuenca del Plata. Ese sistema fluvial era, a su vez, la red que mantenía conectadas las misiones entre sí y con el mundo exterior.

El corredor de las misiones jesuíticas de Sudamérica es hoy una unidad geográfica, patrimonial y cultural única en el mundo. Una unidad, además constituida por los países en los que trabaja FONPLATA: Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay.

Eso nos coloca como institución en una posición privilegiada para contribuir al desarrollo, el crecimiento y el aprovechamiento de los recursos humanos, turísticos y culturales de las zonas de misiones jesuíticas en América del Sur.

Es lo que nos motivó a firmar recientemente una línea de financiamiento con el Banco Interamericano de Desarrollo por 100 millones de dólares, para potenciar oportunidades económicas, sociales y culturales en lo que hemos definido como el Corredor de las Misiones Jesuíticas, con proyectos de infraestructura de conectividad, de integración regional en turismo y desarrollo de ciudades fronterizas, entre otros.

Pero nuestro compromiso con el desarrollo de las áreas vinculadas a las misiones jesuíticas es anterior a este convenio y está ligado a la propia historia de FONPLATA.

En Bolivia hemos financiado varios tramos carreteros en la zona de la Chiquitanía, donde se asientan la mayoría de las misiones jesuíticas del país, incluso algunas de ellas son un claro ejemplo de cultura viva, en la que habitantes y pobladores originarios de la zona cultivan y promueven sus tradiciones.

En Paraguay también estamos financiado proyectos carreteros en el oriente del país, zona en la se asientan algunas de las misiones jesuíticas y que es fronteriza también con áreas de presencia jesuítica en Argentina, donde también tenemos proyectos en provincias como Misiones, Chaco, Corrientes y Formosa, dando testimonio de nuestro compromiso con el desarrollo en el NE argentino y contribuyendo a que el Corredor de las Misiones Jesuíticas de Sudamérica sea un polo de desarrollo, además su fomentar su potencial turístico y cultural.

Adicionalmente, en el plano cultural, también estamos comprometidos a apoyar el Festival de Música Barroca que bianualmente se realiza en Santa Cruz de la Sierra, el rescate de la música que se compuso en las misiones, buena parte de ella aún en viejos archivos, así como la diversa gastronomía de esta zona del continente.

En suma, el desarrollo del Corredor de las Misiones Jesuíticas de Sudamérica es un objetivo que compartimos, no solo con el BID, sino también con los gobiernos de cada uno de los países que lo forman (Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay), pero también con sus tradiciones, su cultura y, sobre todo, su gente.

*Texto originalmente publicado en la columna mensual de Juan Notaro en HuffPost

 

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No filme ”A Missão” (Roland Joffe, 1986), o emissário do Vaticano está impressionado com as conquistas comerciais dos assentamentos dirigidos por sacerdotes jesuítas. Os documentos históricos indicam que, de fato, em meados do século XVIII as missões jesuíticas eram centros eficientes e modernos de produção agrícola, pecuária e de outros bens.

Por Juan E. Notaro, presidente executivo do FONPLATA*

O filme também mostra como os jesuítas incentivaram o cultivo de outro tipo de riqueza. As tradições, a música e até a gastronomia dessas regiões. A convivência, além disso, deu lugar a expressões artísticas e culturais que se originaram dessa mistura, e que hoje fazem parte do patrimônio das áreas missionárias da América do Sul.

Geograficamente, além disso, as missões jesuíticas foram erguidas no local que muitos anos depois seria a área de operações e influência da instituição que presido: a Bacia do Prata. Esse sistema fluvial era, por sua vez, a rede que mantinha as missões conectadas entre si e com o mundo exterior.

O corredor das missões jesuíticas da América do Sul é hoje uma unidade geográfica, patrimonial e cultural única no mundo. Uma unidade também constituída pelos países com os quais o FONPLATA trabalha: Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Isso nos coloca como uma instituição em posição privilegiada para contribuir para o desenvolvimento, crescimento e exploração dos recursos humanos, turísticos e culturais das áreas da missão jesuíta na América do Sul.

Foi isso que nos motivou a assinar recentemente uma linha de financiamento com o Banco Interamericano de Desenvolvimento de 100 milhões de dólares, para aumentar as oportunidades econômicas, sociais e culturais na áreas que definimos como Corredor de Missões Jesuíticas, com projetos de infraestrutura de conectividade, integração regional em turismo e desenvolvimento de cidades fronteiriças, entre outros.

Mas o nosso compromisso com o desenvolvimento das áreas ligadas às missões jesuíticas antecede este acordo e está ligado à própria história do FONPLATA.

Na Bolívia, financiamos vários trechos de estradas na área de Chiquitos, onde a maioria das missões jesuíticas do país estão localizadas, inclusive algumas delas são um claro exemplo de cultura viva, na qual os habitantes e moradores da região cultivam e promovem suas tradições.

No Paraguai também estamos financiando projetos rodoviários no leste do país, uma área onde estão algumas missões jesuíticas e que também faz fronteira com áreas de presença jesuíta na Argentina, onde também temos projetos em províncias como Misiones, Chaco, Corrientes e Formosa, dando testemunho de nosso compromisso com o desenvolvimento no noroeste argentino e contribuindo para que o Corredor das Missões Jesuíticas da América do Sul seja um pólo de desenvolvimento, além de fomentar seu potencial turístico e cultural.

Além disso, no plano cultural, também estamos comprometidos em apoiar o Festival de Música Barroca que é realizado semestralmente em Santa Cruz de la Sierra, o resgate de músicas que foram compostas nas missões, muitas delas ainda em antigos arquivos, bem como como a diversa culinária desta parte do continente.

Em suma, o desenvolvimento do Corredor de Missões Jesuíticas da América do Sul é um objetivo que compartilhamos, não apenas com o BID, mas também com os governos de cada um dos países que o integram (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai), mas também com suas tradições, sua cultura e, acima de tudo, seu povo.

* Texto originalmente publicado na coluna mensal de Juan Notaro no The Huff Post

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Ela participa na Bolívia de um evento internacional de culinária missioneira

A chef Tanea Romão será uma das protagonistas do "Missões Jesuíticas da América do Sul", um jantar beneficente que irá resgatar os melhores pratos da culinária missioneira da região. Para isso, ela viajará para a Bolívia onde vai se encontrar com os também chefs Gunther Moros (Argentina), Juan Rodríguez (Argentina), Julio Kubber (Bolívia), Ever Valenzuela (Paraguai) e Laura Rosano (Uruguai).

O encontro será em Santa Cruz de la Sierra. O desafio é compartilhar suas experiências e sabores em um menu que será degustado em um evento para arrecadar fundos para a Área Pediátrica do Hospital Oncológico do Oriente Boliviano.

Ela também fará parte de um workshop e simpósio gastronômico no âmbito do "Posokoa Gourmet", o festival que será realizado entre 7 e 9 de setembro na cidade de San José de Chiquitos.

"Esse encontro na Bolívia é uma ótima oportunidade para a formação de uma rede sul-americana de chefs e profissionais da gastronomia, com acadêmicos, pesquisadores, nutricionistas, cozinheiros profissionais e a inclusão de personagens que possam contribuir com suas memórias", disse Romão.

Para essa pesquisadora da culinária brasileira, a comida não só une as pessoas, mas também resgata histórias e lembranças.

"O intercâmbio cultural é muito importante nesse processo".

Suas palavras não vêm de sua memória. Pelo contrário. Elas são parte de sua experiência. Tanea está convencida de que a cozinha caseira deve ser resgatada. "Você tem que começar a coletar receitas, gravá-las e reproduzi-las", concluiu.

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Estará en Bolivia para participar en un evento internacional de cocina misionera. 

La chef Tanea Romão será una de las protagonistas de “Misiones Jesuíticas de Sudamérica”, una cena benéfica que rescatará los mejores platos de la cocina misionera de la región. Para ello, viajará hasta Bolivia para unirse a Gunther Moros (Argentina), Juan Rodríguez (Argentina), Julio Kubber (Bolivia), Ever Valenzuela (Paraguay) y a Laura Rosano (Uruguay).

El encuentro será en Santa Cruz de la Sierra. El reto será compartir sus experiencias y sabores en un menú que se degustará en una gala que tiene como objetivo recaudar fondos para el Área de Pediatría del Hospital Oncológico del Oriente Boliviano.

También formará parte de un taller y un simposio de gastronomía en el marco del “Posokoa Gourmet”, un festival que se realizará entre el 7 y 9 de septiembre en la población  de San José de Chiquitos.

“Este encuentro en Bolivia es una gran oportunidad para la formación de una red sudamericana de cocineros y profesionales de la alimentación, con académicos, investigadores, nutricionistas, cocineros profesionales y la inclusión de personajes que puedan contribuir con sus memorias”, afirmó Romão.

Y es que para esta investigadora de la cocina brasileña, la comida no solo une a las personas, sino que también rescata historias y recuerdos. “El intercambio cultural es muy importante en ese proceso”.  

Sus palabras no surgen de su memoria; por el contrario son parte de su experiencia. Es una convencida de que se debe rescatar la cocina casera. “Hay que comenzar recoger recetas, registrarlas y reproducirlas”, concluyó.

 

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Con la chef Inés España como anfitriona, elaborarán un menú que podrá degustarse en una gala solidaria el jueves 6 de septiembre. También ofrecerán un taller y participarán en un simposio en el marco del Posoka Gourmet. 

¿Es posible integrar países a través de la gastronomía? Bajo esa interrogante, seis chefs internacionales se reunirán en Santa Cruz para compartir sus experiencias y sabores, y darle forma a un menú de degustación que será ofrecido en la cena benéfica “Misiones Jesuíticas de Sudamérica”.

La gala, auspiciada por FONPLATA y el Banco Interamericano de Desarrollo (BID), y con la chef cruceña Inés España como anfitriona, se realizará el jueves 6 de septiembre, desde las 19:30, en el Hotel Camino Real. Los fondos serán donados al Sector de Pediatría del Hospital Oncológico del Oriente Boliviano, en Santa Cruz de la Sierra.

Gunther Moros (Argentina), Juan Rodríguez (Argentina), Julio Kubber (Bolivia), Tanea Romão (Brasil), Ever Valenzuela (Paraguay) y Laura Rosano (Uruguay) serán los protagonistas de la cena. Juntos prepararán un menú de degustación para 150 personas con los mejores platos de la cocina misionera de cada uno de sus países.

El evento forma parte de las actividades del Festival “Posoka Gourmet”, que se realizará entre el 7 y 9 de septiembre en San José de Chiquitos, organizado por el Plan Misiones, Gobierno Municipal de San José, CEPAC, CEPAD y AJHOGA.

Además de preparar el menú de la cena benéfica, los chefs formarán parte de un taller y un simposio de gastronomía en el marco del “Posoka Gourmet”.

La cena, también se cuenta con el apoyo de AVA (Ayuda Voluntaria en Acción), que trabaja hace ocho años con el sector de salud y niños; y colaborará con la gestión para realizar una adecuada entrega de las donaciones y apoyo logístico en el evento.

 

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