FONPLATA

Martes, 20 Febrero 2018 16:48

Bicicleta, o veículo do futuro?

Bicicleta, o veículo do futuro? FONPLATA

Criada há mais de 200 anos, ela pode ser uma das chaves para contribuir a um mundo menos contaminado.

 

Em alguns países ela é o principal meio de transporte, nas cidades do interior também. Criada há centenas de anos, a bicicleta é considerada um dos veículos do futuro.

Seu uso é incentivado por diversos organismos internacionais, entre eles a Organização das Nações Unidades (ONU) que, ao criar os 17 objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, incluiu este modesto veículo como alternativa ao uso de automotores para ajudar a reduzir os efeitos dos gases poluentes que promovem a mudança climática.

A bicicleta permite melhores condições de vida e também a inclusão social à população de baixos recursos por ser barata e de longa duração. Uma das consequências de seu uso é a transformação das cidades graças à redução da poluição ambiental e dos acidentes de trânsito.

O crescente uso de automóveis gera caos e atrasos que se traduzem em perdas econômicas. Sobretudo se for levado em conta que mais de 50% da população mundial mora em cidades.

“A priorização do uso de bicicletas se transformou em um critério fundamental em todo o modelo de desenvolvimento urbano, especialmente naqueles destinados ao transporte sustentável. O ciclismo está se transformando em uma alternativa de transporte que gera benefícios sociais, ambientais e econômicos importantes para as cidades”, explica o economista Óscar Carvallo do FONPLATA.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) apresentou um mapa destacando as cidades da América do Sul com o maior número de quilômetros adaptados para este tipo de transporte.

O Rio de Janeiro lidera a lista com 307kms de ciclovias construídas, seguido por São Paulo, com os 270kms que vêm transformando esta urbe em uma cidade mais amigável para os ciclistas; e Buenos Aires, com 130kms, onde a prefeitura mantém um serviço de aluguel de bicis para a população, além de convênios com universidades, ONGs e empresas para incentivar seu uso.

Além da capital argentina, as bicicletas têm via própria em Rosário, Córdoba e Mendoza.

No Uruguai os ciclistas em Montevidéu podem aproveitar os 35,9Kms de ciclovias. A Bolívia tem feito investimentos neste setor e conta com 50,2Kms em La Paz, e 23,5kms em Cochabamba habilitados para este não poluente.

Cidades para cidadãos

O desafio é transformar as cidades de acordo com as necessidades tanto dos moradores como da urbe e em adaptação ao que já existe junto com novas alternativas, destaca o texto publicado pelo BID

Em Joiville, no estado de Santa Catarina, região sul do Brasil, o FONPLATA investe US$40 milhões em obras na cidade , entre elas a recuperação de mais de 60Kms de ciclovias que permitirão o deslocamento de forma econômica, sem poluentes e proporcionando benefícios para a saúde dos usuários.

Investimento similar é feito no município de Criciúma, também em Santa Catarina, onde este organismo internacional investe mais de US$17 milhões para incentivar o desenvolvimento desta cidade que é conhecida como a capital brasileira do carvão.

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