FONPLATA

Lunes, 01 Enero 2018 18:16

Receitas para construir uma ponte

Estas estruturas mudam o cenário das cidades e também todo o panorama econômico e social.

A Rio-Niterói é maior da América do Sul graças aos 13 kms que conectam as cidades brasileiras que a batizam. A da Amizade liga Brasil e Paraguai, e a da Fraternidade encurta a distância entre Argentina e Brasil. Todas têm papéis estratégicos. As pontes surgiram da necessidade de cruzar rios de forma mais rápida e segura.

Existem diversos tipos de pontes. A escolha do desenho técnico tem a ver com a funcionalidade da estrutura. Qual número de veículos vão transitar, se será apenas para uso de pedestres ou apenas para autos leves, tudo isso influencia na projeção da estrutura.

“O cálculo sobre o tráfego determina vários aspectos da ponte. A construção se justifica pela economia de tempo gerado ao entorno”, diz o economista do FONPLATA Óscar Carvallo.

Essas estruturas têm impacto no desenvolvimento ao facilitar o trânsito de bens e de pessoas, o que repercute na economia local.

Mais tempo, mais qualidade de vida

Outro impacto gerado pela construção de uma ponte é a redução do tempo nos traslados, com consequências imediatas na qualidade de vida daqueles que a utilizam.

Este foi o fator que motivou o FONPLATA a financiar a construção de uma ponte de 800 metros em Joinville, no estado de Santa Catarina, Brasil. A estrutura reduzirá os engarrafamentos e facilitará a circulação entre as zonas leste, norte e sul da cidade.

Os resultados serão perceptíveis também no setor econômico desta cidade, que produz 18,9% do Produto Interno Bruto catarinense.

“Todo projeto gera valor agregado. Os resultados são perceptíveis em pouco tempo após a construção de uma ponte”, detalha Carvallo.

De acordo com o engenheiro civil Luis Ernesto Baldivieso, responsável por diversos projetos do FONPLATA, para construir uma ponte é necessário o adequado estudo técnico, econômico e socioambiental.

“É preciso cumprir as especificações internacionais e nacionais para o tipo de trânsito e a carga a circular pelo local”, conta Baldivieso.

Clima e progresso

De acordo com os critérios do FONPLATA, a empresa construtora “precisa ter capacidade técnico-econômica para realizar a obra, da mesma maneira que a consultora que irá supervisar os trabalhos executados”, enumera o engenheiro.

Também “é preciso observar as mudanças climáticas e a intensificação do ciclo hidrológico. Hoje em dia as chuvas são mais intensas e em períodos mais curtos, o que causa enchentes. As novas pontes têm que ser mais altas para que não sejam arrastadas por inundações”, explica Marina Dockweiler, outra responsável por projetos do FONPLATA.

Os cálculos devem contemplar também a proteção das fundações e dos estribos. “Caso a ponte esteja conectada a uma estrada, é preciso fazer obras de drenagem para o escoamento da água das chuvas”, detalha Dockweiler.

No departamento de Cochabamba, na Bolívia,  o FONPLATA está construindo 21 pontes. Quando chove, o trânsito local de pessoas e de mercadorias fica limitado, causando perdas sociais e econômicas.

Este impacto negativo prejudica o desenvolvimento, reduzindo as oportunidades de crescimento. O projeto busca reduzir este tipo de problemas e melhorar a qualidade de vida dos habitantes das áreas rurais e isoladas deste departamento boliviano.

Por tudo isso, mais que uma estrutura física, uma ponte significa a conexão para o progresso.

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Se trata de financiamientos para proyectos de vialidad, infraestructura y desarrollo social en los cinco países miembros del organismo.

El año que termina, el Fondo Financiero para el Desarrollo de la Cuenca del Plata, FONPLATA, avanzó en su consolidación como un banco de desarrollo al nivel de otros organismos multilaterales que trabajan en América Latina.

Además de lograr varias alianzas clave para reforzar su labor, el organismo avanzó en los objetivos de un nuevo plan estratégico que incluye, entre otras metas, la posibilidad de incorporar nuevos socios.

A lo anterior se suma aprobación récord tanto en número como en monto total de proyectos aprobados para obras de infraestructura, vialidad, desarrollo urbano y otras necesidades de desarrollo en los cinco países que integran el Fondo: Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay.

En Argentina se destinaron US$5 millones de dólares para la modernización de la justicia local con el fin de ayudar a agilizar los sistemas y hacer más eficientes los tribunales y otros US$5 millones de dólares para llevar adelante la Encuesta nacional de gasto de Hogares.  En el área metropolitana de Buenos Aires (conurbano) se aprobaron US$40 millones para mejorar la circulación y la seguridad vial.

También en Argentina, se aprobó un financiamiento de US$22 millones para mejorar las condiciones operacionales y las estructuras para los funcionarios que viven en los centros de frontera, y para ampliar las áreas de atención al público que transitan por esas demarcaciones. Asimismo se aprobó la segunda Fase para apoyar el desarrollo productivo del norte argentino mediante la facilitación del acceso al financiamiento por US$20 millones de dólares

En Bolivia se impulsó el programa de infraestructura urbana y generación de empleo en La Paz, Cobija, Oruro, Potosí, Riberalta y Sucre, con un préstamo de US$40 millones. El departamento de Cochabamba recibió US$10 millones para la construcción de puentes para facilitar el flujo de la producción agrícola local.

En Brasil cuatro ciudades recibieron un aporte total de US $ 141,9 millones. En Joinville, Santa Catarina, US$40 millones serán utilizados para la construcción de un puente para despejar el tránsito, ampliar la red de saneamiento básico y alcantarillas. Criciúma, también en Santa Catarina, cuenta con US$17,25 millones otorgados por FONPLATA para mejorar la calidad de vida de la población.

En Pelotas, en Rio Grande do Sul, un programa destinado a las áreas rurales y urbanas por US$50 millones contribuirá a la mejora de las condiciones socioambientales, la generación de trabajo y de renta bajo la perspectiva de desarrollo sostenible en la ciudad.

Atibaia, en el interior de São Paulo, recibirá US$34,7 millones para obras de infraestructura y servicios urbanos básicos.  

Para Paraguay, el enfoque es la rehabilitación de las condiciones de circulación y de seguridad de la red vial a través del mantenimiento de varios tramos, con un aporte de US$42,9 millones.

 

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          São financiamentos para projetos de infraestrutura, vias e desenvolvimento social nos cinco países membros do organismo.

No ano que termina, o Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata, FONPLATA, avançou em sua consolidação como um banco de desenvolvimento em nível de outros organismos multilaterais que trabalham na América Latina.

Além de solidificar várias alianças estratégicas para reforçar seu trabalho, o organismo avançou em objetivos de um novo plano estratégico que inclui, entre outras metas, a possibilidade de incorporar novos sócios.

Ao já mencionado se soma a aprovação recorde tanto em valores como na quantidade total de projetos aprovados para obras de infraestrutura, vias, desenvolvimento urbano e outras necessidades de progresso nos cinco países que integram o Fundo: Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Na Argentina foram destinados US$5 milhões de dólares para a modernização da Justiça local para ajudar a agilizar os sistemas e tornar mais eficientes os tribunais, e outros US$5 milhões de dólares para realizar a Pesquisa Nacional de Gasto de Residências. Na área metropolitana de Buenos Aires (conurbação) foram aprovados US$40 milhões para melhorar a circulação e a segurança viária.

Também na Argentina foi aprovado um financiamento de US$22 milhões para melhorar as condições operacionais e as estruturas para os funcionários que residem nos centros de fronteira, e para ampliar as áreas de atenção ao público que transitam por esses limites Da mesma forma foi aprovada a segunda fase para apoiar o desenvolvimento produtivo do norte argentino através da facilitação de acesso ao financiamento de US$20 milhões de dólares

Na Bolívia foi enfatizado o programa de infraestrutura urbana e geração de emprego em La Paz, Cobija, Oruro, Potosí, Riberalta e Sucre, com um empréstimo de US$40 milhões. O departamento de Cochabamba recebeu US$10 milhões para a construção de pontes para facilitar o fluxo da produção agrícola local.

No Brasil quatro cidades receberam um aporte total de US$ 141,9 milhões. Em Joinville, no estado de Santa Catarina, US$40 milhões serão utilizados para a construção de uma ponte que vai desafogar o trânsito, ampliar a rede de saneamento básico e esgotos. Criciúma, também em Santa Catarina, conta com US$17,25 milhões outorgados pelo FONPLATA para melhorar a qualidade de vida da população.

Em Pelotas, no Rio Grande do Sul, um programa destinado às áreas rurais e urbanas de US$50 milhões contribuirá para melhorar as condições socioambientais, a geração de trabalho e de renda sob a perspectiva de desenvolvimento sustentável na cidade.

Atibaia, no interior de São Paulo, receberá US$34,7 milhões para obras de infraestrutura e serviços urbanos básicos.

Para o Paraguai, o enfoque é a reabilitação das condições de circulação e de segurança da rede viária através da manutenção de vários trechos, com um aporte de US$42,9 milhões.

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Miércoles, 11 Octubre 2017 18:28

Argentina e Uruguai: líderes em saneamento

Da beira dos rios para os sistemas modernos de água e saneamento, os seres humanos conseguiram grandes progressos no aprimoramento da saúde coletiva. Porém, um de cada cinco habitantes de cidades e comunidades em todo o mundo ainda não têm um lugar limpo no qual fazer suas necessidades, de acordo com a ONG WaterAid

Contar com um lugar higiênico para ir ao banheiro também faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, afinal a simples dejeção sanitária dos dejetos melhora notavelmente a qualidade de vida de toda uma população e economiza milhões de dólares em custos de saúde que podem ser destinados a outros trabalhos de desenvolvimento.

A falta de privada afeta diretamente a saúde da população já que os excrementos chegam ao meio ambiente sem nenhum tipo de tratamento, transformando áreas antes úteis em lugares insalubres.

Quando os rios são contaminados pelos dejetos, estes se transformam em vetores de doenças que podem causar grandes problemas em mais de uma comunidade. Melhorar a qualidade da água, das instalações de saneamento e de higiene poderiam prevenir a morte de pelo menos 361 mil crianças por ano.

Na Bacia do Rio da Prata

Nos países da Bacia do Rio da Prata (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai), persistem alguns desequilíbrios entre os países, e em alguns deles ainda é preciso fazer mais investimentos para levar o saneamento básico a comunidades tanto urbanas como rurais.

De acordo com dados divulgados em 2014 pela Organização Mundial da Saúde, a Argentina tem 97% de instalações melhoradas, o que situa este país entre um dos que alcançou a meta da Nações Unidas no quesito saneamento básico. O Uruguai acompanha a Argentina com 96% de instalações melhoradas; seguido pelo Paraguai, com 80%.

O Brasil, de acordo com o levantamento, progrediu adequadamente rumo à erradicação da falta de saneamento, mas ainda falta para que o gigante sul-americano alcance os números de cobertura similares aos dos demais países da Bacia do Prata.

Bolívia, por sua vez, tem 46% de instalações melhoradas, o que indica que este país continua caminhando rumo à meta estabelecida pelas Nações Unidas para aumentar sua rede de saneamento básico.

Para melhorar as condições em algumas das cidades e comunidades da região da Bacia do Rio da Prata, o FONPLATA financia a instalação de sistemas de água e saneamento em diversos locais, como Joinville, no Brasil; Aristóbulo del Valle, na Argentina; e San Ramón, no Uruguai.

Algumas curiosidades sobre o saneamento (ou a falta de):

• Uma em cada três pessoas não utiliza instalações de saneamento melhoradas.

• Desde 1990, 2,6 bilhões de pessoas puderam ter acesso a instalações de saneamento melhoradas.

• Cinco países (Índia, Indonésia, Nigéria, Etiópia e Paquistão) representam 75% mundial da defecação ao ar livre.

• Na Índia existem mais celulares que sanitários, por isso um grupo de engenheiros criou uma aplicação que informa onde estão localizados os banheiros disponíveis no país.

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Miércoles, 01 Noviembre 2017 18:04

FONPLATA abre sus puertas a alcaldías brasileñas

Juan Notaro, presidente del Fondo Financiero para el Desarrollo de la Cuenca del Plata (FONPLATA) recibió recientemente a una comitiva del Ayuntamiento de Itajaí (Santa Catarina, Brasil) y otra de Blumenau (también en Santa Catarina). El tema de las conversaciones fue explorar fórmulas de cooperación para el desarrollo de estos municipios brasileños.

Con sede en Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, FONPLATA es un organismo internacional que financia proyectos de integración y desarrollo en áreas vulnerables, rurales y de frontera en sus cinco países miembros (Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay).

En Santa Catarina, FONPLATA hace poco aprobó el financiamiento de U$ 40 millones para el Ayuntamiento de Joinville para la construcción de un puente para aligerar el tránsito de las zonas este, norte y sur del municipio.

Para Itajaí, ubicado a 178 kilómetros de la capital Florianópolis, el alcalde Volnei Morastoni solicitó apoyo para financiar las obras de infraestructura que duplicarán las vías de la región central del municipio.

Comprender las reglas del organismo multilateral de financiamiento motivó a Mário Hildebrandt y Paulo Costa, del Ayuntamiento de Blumenau, a acercarse a FONPLATA. En reunión con Juan Notaro y otros funcionarios, se explicaron los plazos de desembolso y las exigencias del banco para el desembolso de recursos.

Blumenau es la tercera ciudad más poblada del estado de Santa Catarina. De acuerdo con Hildebrandt, el objetivo es llevar a la práctica obras de infraestructura de transporte, como el Corredor Norte, y un puente para interconectar dos de las principales calles de Blumenau..

En Brasil, FONPLATA apoya proyectos en Mato Grosso do Sul, en Santa Catarina, Rio Grande do Sul y São Paulo.

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Juan Notaro, presidente do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (FONPLATA) recebeu recentemente uma comitiva da Prefeitura de Itajaí (Santa Catarina, Brasil) e outra de Blumenau (também em Santa Catarina). O tema de ambas as conversas foi explorar fórmulas de cooperação para o desenvolvimento destes municípios brasileiros.

Com sede em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, o FONPLATA é um organismo internacional que financia projetos de integração e desenvolvimento em áreas vulneráveis, rurais e de fronteira em seus cinco países-membros: Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.

No estado de Santa Catarina, o FONPLATA recentemente aprovou o financiamento de U$40 milhões à Prefeitura de Joinville para a construção da Ponte Adhemar Garcia, que vai desafogar o trânsito das zonas leste, norte e sul daquele município.

Para Itajaí, localizado a 178kms de distância da capital Florianópolis, o prefeito Volnei Morastoni pediu apoio para financiar as obras de infraestrutura que vão duplicar as vias da região central do município.

Compreender as regras do organismo multilateral de financiamento motivou Mário Hildebrandt e Paulo Costa, ambos da Prefeitura de Blumenau, a conversar com Juan Notaro e com outros funcionários do FONPLATA. Entre os esclarecimentos, foram explicados os prazos de desembolso e as exigências do banco para a disponibilização dos recursos.

Esta é a terceira cidade mais populosa do estado de Santa Catarina. De acordo com Hildebrandt, o objetivo é tirar do papel obras de infraestrutura de transporte, como o Corredor Norte, e a de uma ponte para interligar duas das principais ruas de Blumenau, a Rodolfo Freygang e a Chile.

No Brasil, o FONPLATA apoia projetos no Mato Grosso do Sul, em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo.    

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FONPLATA aprovou nesta terça-feira (31 de outubro) o financiamento de 40 milhões de dólares para o “Programa Eixo Ecológico Linha Verde na Região Este de Joinville” para ajudar este município de Santa Catarina, Brasil, a superar questões básicas de saneamento e de transporte.

Joinville, é o terceiro polo industrial e tecnológico da região sul do Brasil. O rápido crescimento desta cidade trouxe benefícios e também obstáculos, perceptíveis no cotidiano da população.

Estão sendo investidos U$13,6 milhões para a ampliação da estação de tratamento de esgoto de Jarivatuba e para a construção da rede de escoamento, que vai beneficiar sobretudo aqueles que moram em lugares com poucos recursos.

Na região leste da cidade moram cerca de 120 mil pessoas. As barreiras naturais compostas pelos rios Cachoeira e Bucarein dificultam a circulação, sobretudo a de transporte público. As vias que conectam este setor ficam saturadas em horário de rush, gerando engarrafamentos e atrasos. Os cidadãos ficam retidos no trânsito sem ter alternativas de locomoção.

A construção de uma ponte de aproximadamente 800 metros sobre o Rio Cachoeira vai conectar os bairros de Boa Vista e Adhemar Garcia, permitindo um trânsito fluído e menos tempo de transporte entre as zonas leste, norte e sul da cidade. Isso vai liberar o trânsito e aumentar a mobilidade dos cidadãos reduzindo assim o tempo investido em traslados.

Estão previstos o asfaltamento de um total de 55kms de vias em diversos bairros da cidade onde circulam transportes públicos e a construção de uma ciclovia para beneficiar aqueles que usam este tipo de veículo.

Estes investimentos representam o crescimento do município que é um dos quinze com maior arrecadação tributária do país e responsável por 20% das exportações do estado catarinense.

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