FONPLATA

Miércoles, 01 Noviembre 2017 18:04

FONPLATA abre sus puertas a alcaldías brasileñas

Juan Notaro, presidente del Fondo Financiero para el Desarrollo de la Cuenca del Plata (FONPLATA) recibió recientemente a una comitiva del Ayuntamiento de Itajaí (Santa Catarina, Brasil) y otra de Blumenau (también en Santa Catarina). El tema de las conversaciones fue explorar fórmulas de cooperación para el desarrollo de estos municipios brasileños.

Con sede en Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, FONPLATA es un organismo internacional que financia proyectos de integración y desarrollo en áreas vulnerables, rurales y de frontera en sus cinco países miembros (Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay).

En Santa Catarina, FONPLATA hace poco aprobó el financiamiento de U$ 40 millones para el Ayuntamiento de Joinville para la construcción de un puente para aligerar el tránsito de las zonas este, norte y sur del municipio.

Para Itajaí, ubicado a 178 kilómetros de la capital Florianópolis, el alcalde Volnei Morastoni solicitó apoyo para financiar las obras de infraestructura que duplicarán las vías de la región central del municipio.

Comprender las reglas del organismo multilateral de financiamiento motivó a Mário Hildebrandt y Paulo Costa, del Ayuntamiento de Blumenau, a acercarse a FONPLATA. En reunión con Juan Notaro y otros funcionarios, se explicaron los plazos de desembolso y las exigencias del banco para el desembolso de recursos.

Blumenau es la tercera ciudad más poblada del estado de Santa Catarina. De acuerdo con Hildebrandt, el objetivo es llevar a la práctica obras de infraestructura de transporte, como el Corredor Norte, y un puente para interconectar dos de las principales calles de Blumenau..

En Brasil, FONPLATA apoya proyectos en Mato Grosso do Sul, en Santa Catarina, Rio Grande do Sul y São Paulo.

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Juan Notaro, presidente do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (FONPLATA) recebeu recentemente uma comitiva da Prefeitura de Itajaí (Santa Catarina, Brasil) e outra de Blumenau (também em Santa Catarina). O tema de ambas as conversas foi explorar fórmulas de cooperação para o desenvolvimento destes municípios brasileiros.

Com sede em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, o FONPLATA é um organismo internacional que financia projetos de integração e desenvolvimento em áreas vulneráveis, rurais e de fronteira em seus cinco países-membros: Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.

No estado de Santa Catarina, o FONPLATA recentemente aprovou o financiamento de U$40 milhões à Prefeitura de Joinville para a construção da Ponte Adhemar Garcia, que vai desafogar o trânsito das zonas leste, norte e sul daquele município.

Para Itajaí, localizado a 178kms de distância da capital Florianópolis, o prefeito Volnei Morastoni pediu apoio para financiar as obras de infraestrutura que vão duplicar as vias da região central do município.

Compreender as regras do organismo multilateral de financiamento motivou Mário Hildebrandt e Paulo Costa, ambos da Prefeitura de Blumenau, a conversar com Juan Notaro e com outros funcionários do FONPLATA. Entre os esclarecimentos, foram explicados os prazos de desembolso e as exigências do banco para a disponibilização dos recursos.

Esta é a terceira cidade mais populosa do estado de Santa Catarina. De acordo com Hildebrandt, o objetivo é tirar do papel obras de infraestrutura de transporte, como o Corredor Norte, e a de uma ponte para interligar duas das principais ruas de Blumenau, a Rodolfo Freygang e a Chile.

No Brasil, o FONPLATA apoia projetos no Mato Grosso do Sul, em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo.    

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Vivemos em um mundo globalizado e em mudança. O planeta cada vez mais interconectado e transformador exige que os governos, especialmente os da América Latina, tenham instituições modernas e eficientes que permitam responder aos desafios de uma realidade muito dinâmica. Os Sistemas de Justiça não escapam a isso. Em muitas nações latino-americanas, esses sistemas são caracterizados por lentidão, o difícil acesso e a existência de códigos e leis cuja complexidade e a falta de atualização às vezes impedem a aplicação adequada da lei em benefício dos cidadãos.

Nesses termos, falamos com Diego Pando, que é Doutor em Ciência Política e professor na Escola de Administração e Negócios da Universidade de San Andrés, na Argentina. Pando explica por que é necessário reformar a justiça, fala sobre o estado atual da reestruturação em seu país e cita um caso bem sucedido que já está em andamento.

Por que o Poder Judiciário deve ser modernizado?
O principal motivo que justifica a modernização do Poder Judiciário é a necessidade imperativa de melhorar a produção de bens e serviços públicos, num contexto no qual o Estado desempenha um grande protagonismo no bem-estar da sociedade em áreas de maior intervenção, se compararmos com o que aconteceu no início do século. O quebra-cabeça da modernização do Estado tem um elemento fundamental no Poder Judiciário.

Quem ganhará com a melhoria desse sistema?
A sociedade em geral, seria uma primeira resposta. Sendo mais específico, pensa-se no setor privado, que precisa de regras claras e estáveis no jogo, que podem ser aplicadas para gerar condições de investimento, emprego e crescimento no país. As próprias instituições do setor público também ganhariam com a melhoria da qualidade do controle. E principalmente todos os cidadãos ganhariam, mas especialmente aqueles que menos têm e mais sofrem, que são aqueles que, em última análise, precisam mais do Estado. Como falei anteriormente, o Poder Judiciário desempenha um papel muito importante na produção de bens e de serviços públicos.

FONPLATA e Argentina trabalharão juntos em um projeto para modernizar a Justiça. Como esse projeto ajudará a Justiça do país?
A reforma deveria ser orientada, entre outras questões, para racionalizar processos. O Poder Judiciário na Argentina é caracterizado pela predominância esmagadora da escrita, da documentação viciosa, da proliferação de instâncias, do jargão elitista, notificações e frases difíceis de entender, mesmo para pessoas com boa formação intelectual que não são advogados, uma estrutura de armazenamento de documentos físicos inseguros em termos de segurança e falta de transparência e abertura para a sociedade. Neste contexto, as tecnologias da informação são ferramentas importantes para melhorar a eficiência e a eficácia das ações do órgão judicial. Mas é importante reconhecer que o ecossistema judicial não escapa à tendência geral marcada pelas transformações profundas que produz e pode produzir o uso intensivo das tecnologias da informação para que as organizações fortaleçam suas capacidades de gestão. Na última década, a grande maioria da transformação que as instituições públicas experimentaram na Argentina e internacionalmente foram alcançadas através do uso intensivo da tecnologia da informação, na medida em que são ferramentas poderosas que simplificam procedimentos, reduzem custos e tempos de espera, fortalecem a transparência e a responsabilidade.

Você pode citar casos atualizados e bem sucedidos de modernização de sistemas judiciais em outros países?
Em nossa região, o Poder Judicial da Costa Rica é um caso interessante. Na verdade, já em 2013, foi pedido à Cúpula da Aliança para o Governo Aberto desenvolver uma "Política de Governo Aberto para o Poder Judiciário". Com os desafios que têm, há avanços concretos em relação à maior facilidade de consulta das causas judiciais, possibilidade de ser atendido por um escritório virtual 24 horas por dia, sete dias por semana, apoio ao teletrabalho, redução de custos por transferência e papéis, melhor atendimento ao público, gerenciamento mais integrado de informações em processos judiciais, localização de arquivos, melhores informações para tomar decisões, menor quantidade de afluência de público, evitando assim a perda de arquivos ou documentos, economia de papel e materiais de impressão, redução do espaço necessário para arquivamento de expedientes.

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Vivimos en un mundo globalizado y cambiante. Este planeta cada vez más interconectado y en transformación exige que los gobiernos, especialmente los de América Latina, cuenten con  instituciones modernas y eficientes que permitan responder a los desafíos que plantea una realidad muy dinámica. A esto no escapan los sistemas de justicia. En muchas de las naciones latinoamericanas, estos sistemas se caracterizan por su lentitud, su difícil acceso y la existencia de códigos y leyes cuya complejidad y falta de actualización a veces dificultan o impiden la adecuada aplicación de la ley en beneficio de los ciudadanos. 

Sobre estos temas conversamos con Diego Pando, que es Doctor en Ciencia Política y profesor en la Escuela de Administración y Negocios de la Universidad de San Andrés, en Argentina. Pando explica por qué hay que reformar la justicia, del estado actual de esa reestructuración en su país y cita un caso exitoso que ya está dando resultados.

¿Por qué hay que modernizar el Poder Judicial?

La razón principal que justifica la modernización del Poder Judicial es la imperiosa necesidad de mejorar la producción de bienes y servicios públicos, en un contexto en el cual el Estado tiene un mayor protagonismo en el bienestar de la sociedad a partir de mayores ámbitos de intervención si uno compara con lo que sucedía a principios de siglo. El rompecabezas de la modernización del Estado tiene en el Poder Judicial una pieza fundamental.

 

¿Quién saldrá ganando con la mejoría de este sistema?

La sociedad en general sería una primera respuesta. Siendo más específico, uno piensa en el sector privado, el cual necesita reglas de juego claras y estables que se puedan aplicar para generar condiciones de inversión, empleo y crecimiento del país. También saldrían ganando las propias instituciones del sector público, a partir de la mejora de la calidad del control. Y principalmente saldrían ganando todos los ciudadanos “de a pie”, pero especialmente aquellos que menos tienen y más sufren, los cuales son los que en última instancia necesitan más del Estado. Como decía antes, el Poder Judicial cumple un rol muy importante en la producción de bienes y servicios públicos.

 

FONPLATA y Argentina van a trabajar conjuntamente en un proyecto de modernización de la justicia. ¿Cómo ayudará ese proyecto a la justicia del país?

La reforma tendría que orientarse, entre otras cuestiones, a agilizar los procesos. El Poder Judicial en Argentina se caracteriza por la abrumadora predominancia de lo escrito, el papeleo vicioso, la proliferación de instancias, la jerga elitista, las notificaciones y sentencias difíciles de comprender aun para personas con buena formación intelectual que no sean abogados, una estructura de almacenamiento de documentos físicos poco confiable en términos de seguridad y la falta de transparencia y de apertura a la sociedad.

En este contexto, las tecnologías de información constituyen herramientas clave para mejorar la eficiencia y la eficacia de la actuación del Poder Judicial. Pero sí es importante reconocer que el ecosistema judicial no escapa a la tendencia general marcada por las profundas transformaciones que produce y puede producir la utilización intensiva de tecnologías de información para que las organizaciones fortalezcan sus capacidades de gestión. En la última década, la gran mayoría de los éxitos de transformación que han experimentado las instituciones públicas en Argentina y a nivel internacional se ha logrado a partir de la utilización intensiva de las tecnologías de información, en la medida en que son poderosas herramientas que permiten simplificar trámites, reducir costos y tiempos de espera, fortalecer la transparencia y la rendición de cuentas.

 

¿Puede citar casos actuales y exitosos de modernización de sistemas judiciales en otros países?

En nuestra región el Poder Judicial de Costa Rica me parece un caso interesante. De hecho ya en 2013 abogó ante la Cumbre de la Alianza para el Gobierno Abierto por desarrollar una “Política de Gobierno Abierto para el Poder Judicial”.

Con los desafíos pendientes que tiene, hay avances concretos en relación a mayores facilidades de consulta de las causas judiciales, posibilidad de ser atendidos por una oficina virtual 24 horas al día los siete días de la semana, apoyo al teletrabajo, reducción en los costos por traslado y papelería, mejor atención al público, manejo más integrado de la información de las causas judiciales, localización de los expedientes, mejor información para tomar decisiones, menor cantidad de afluencia de público, se evita pérdida de expedientes o folios de los mismos, ahorro de papel y suministros de impresión, reducción de los espacios necesarios para archivo de expedientes.

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Por Juan Notaro.-

 

Hace pocos días participe en Washington, D.C (EEUU),  en las reuniones anuales del Banco Mundial (BM) y el Fondo Monetario Internacional (FMI), en donde se abordó el nuevo escenario de crecimiento económico global de más del 3% para este y el próximo año, así como los diferentes espacios  globales,  regionales y en ese contexto el papel renovado de la banca multilateral de desarrollo.

 

El mensaje hacia la banca multilateral fue claro: los países necesitan acciones más unificadas, rápidas, en áreas de prioridad clave definidas por los países y todo ello sin la burocracia actual que dificulta las transacciones, pero con un alto nivel de conocimiento que hoy si es ofrecido por estas instituciones. 

 

En América Latina y tras un periodo de recesión,  vuelve al crecimiento económico en 2017 con 1,2 %, nivel que se  superaría en 2018 donde llegaría a un crecimiento del PBI regional de 2,3% por ciento, según las proyecciones de consenso de los principales operadores y analistas privados.

 

Estas proyecciones están basadas en que Argentina retoma el crecimiento este año, con 2,8% y con 3% en 2018, mientras que Brasil crecería con 0.7 en 2017 y 2,3 en 2018.

 

La cuestión es,  si esta nueva tendencia, alimentada por un sostenido crecimiento del consumo interno,  ha de ser o no sostenible y como los aspectos fiscales, que mucho tienen que ver con el gasto social, logran un razonable equilibrio para que la recuperación sea incluyente.

 

En todo caso y ante el desequilibrio fiscal que presentan buena parte de los países (28 de 32), es razonable el abordaje gradualista, orientado hacia sostener el crecimiento con un gasto publico que proteja a quienes pueden volver a caer en la pobreza, al tiempo que el escenario fiscal va mejorando.

 

Según el FMI, el déficit fiscal primario en la región aumento del 0,1% del PIB en 2013, a 2,7 del PIB en 2016, debido a la fuerte caída de los ingresos públicos en razón de la abrupta caída del precio de las materias primas y la desaceleración de la actividad económica.

 

Empero, varios países (Brasil, Colombia, Chile, Perú, entre otros) de inflación controlada, han logrado utilizar la política monetaria y el tipo de cambio con el dólar para mejorar la competitividad en el corto plazo y así contribuir a la recuperación.

 

Aunque para lograr la sostenibilidad de la recuperación es imprescindible el incremento de la productividad, algo que requiere transformaciones estructurales y consenso social.

 

Se trata de reducir la actual brecha de infraestructura, mejorar el desempeño escolar y el  de la educación secundaria y terciaria y facilitar un clima de negocios que sea conducente a la inversión nacional y extranjera. Y para lograr todo esto se necesitan los consensos políticos que puedan hacer viables las reformas en estas áreas críticas para aumentar la competitividad y la productividad.

 

Es aquí, justamente donde entra el necesariamente ajustado papel de agencias multilaterales de crédito desde el BM pasando por el BID hasta llegar a nosotros mismos, en FONPLATA.

 

Buscamos estar cada día más cerca de los sectores vulnerables de la población en los países miembros, Argentina, Brasil, Paraguay, Bolivia y Uruguay, enfocados justamente en el apoyo a programas de infraestructura fronteriza, mejoras logísticas, construcción y recuperación de carreteras, agua y saneamiento, en fin, áreas esenciales para el desarrollo.

 

Ello, combinado con una rapidez en la preparación de los proyectos, hace que FONPLATA pueda en seis meses dejar lista una operación de millones de dólares para ser ejecutada a nivel municipal o provincial en estos países y hacerlo con una alta capacidad técnica de respaldo.

 

Por ello hemos acordado alianzas estratégicas y cofinanciamientos -ya en ejecución- con el Banco Latinoamericano de desarrollo (CAF) en Paraguay, con el BID en proyectos de integración y recientemente con el NDB (Banco de los BRICS -Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica) para la ejecución de proyectos en el área sub-nacional de Brasil.

 

Así, al final de 2017 habremos aportado alrededor de 350 millones de dólares para proyectos que han de favorecer a los sectores de la población  que más lo necesitan.

 

Texto de Juan Notaro, Presidente Executivo de FONPLATA  

 

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Há poucos dias participei em Washington DC, nos Estados Unidos, das reuniões anuais do Banco Mundial (BM) e do Fundo Monetário Internacional (FMI), onde foi exposto o novo cenário de crescimento econômico global de mais de 3% para este e para o próximo ano, assim como os diferentes espaços globais, regionais e, nesse contexto, o papel renovado dos bancos multilaterais de desenvolvimento.

 

A mensagem para os bancos multilaterais foi clara: os países precisam de ações mais unificadas, rápidas, em áreas chave de prioridades definidas pelos países e tudo isso sem a atual burocracia que dificulta as transações, mas com um alto nível de conhecimento que é oferecido hoje em dia por estas instituições. 

 

Na América Latina e depois de um período de recessão, volta o crescimento econômico em 2017 com 1,2 %, nível que tende a ser superado em 2018 quando chegaria a um crescimento do PIB regional de 2,3% por cento, de acordo com as projeções de consenso dos principais operadores e analistas privados.

 

Estas projeções estão baseadas no fato da Argentina retomar o crescimento este ano com 2,8%, e com 3% em 2018, enquanto o Brasil deve crescer 0,7% em 2017 e 2,3% em 2018.

 

A questão é, se esta nova tendência, alimentada por um duradouro crescimento do consumo interno, será ou não sustentável e como os aspectos fiscais, que muito têm a ver com o gasto social, consigam um razoável equilíbrio para que a recuperação seja inclusiva.

 

Em todo caso e diante do desequilíbrio fiscal apresentado por boa parte dos países (28 de 32), é razoável a abordagem gradual, destinada a sustentar o crescimento com um gasto público que proteja aqueles que possam voltar a cair na pobreza, enquanto o cenário fiscal vai melhorando.

 

De acordo com FMI, o déficit fiscal primário na região passou de 0,1% do PIB em 2013 para 2,7 do PIB em 2016 por causa da forte queda da arrecadação pública em razão da rápida queda do preço das matérias-primas e da desaceleração da atividade econômica.

 

No entanto, vários países (Brasil, Colômbia, Chile, Peru, entre outros) de inflação controlada, conseguiram utilizar a política monetária e o tipo de câmbio com o dólar para melhorar a competitividade no curto prazo e assim contribuir para a recuperação.

 

Ainda que para conseguir a sustentabilidade da recuperação é imprescindível o aumento da produtividade, algo que demanda transformações estruturais e consenso social.

 

Trata-se de reduzir a atual brecha de infraestrutura, melhorar o desempenho escolar e o da educação secundária e superior e promover um clima de negócios que seja propício ao investimento nacional e estrangeiro. Para conseguir tudo isso são necessários os consensos políticos que possam viabilizar as reformas nestas áreas críticas para aumentar a competitividade e a produtividade.

 

É aqui onde entra o necessariamente ajustado papel das agências multilaterais de crédito do BM, passando pelo BID até chegar a nós mesmos, no FONPLATA.

 

Buscamos estar cada dia e mais perto dos setores vulneráveis da população nos países membros: Argentina, Brasil, Paraguai, Bolívia e Uruguai, e enfocados justamente no apoio a programas de infraestrutura na fronteira, aprimoramentos logísticos, construção e recuperação de estradas, água e saneamento, ou seja, áreas essenciais para o desenvolvimento.

 

Isso, combinado com a rapidez na preparação dos projetos, faz com que o FONPLATA possa em seis meses deixar pronta uma operação de milhões de dólares para ser executada em nível municipal ou estadual nesses países e fazê-lo com uma alta capacidade técnica de respaldo.

 

Por isso definimos alianças estratégicas e cofinanciamentos - já em execução - com o Banco Latino-Americano de Desenvolvimento (CAF) no Paraguai, com o BID em projetos de integração e recentemente com o NDB (Banco dos BRICS - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) para a realização de projetos na área subnacional do Brasil.

 

Desta forma, no final de 2017, teremos aportado cerca de 350 milhões de dólares para projetos que vão favorecer os setores da população que mais carecem deles.

 

Texto de Juan Notaro, presidente executivo do FONPLATA

 

 

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FONPLATA aprovou nesta terça-feira (31 de outubro) o financiamento de 40 milhões de dólares para o “Programa Eixo Ecológico Linha Verde na Região Este de Joinville” para ajudar este município de Santa Catarina, Brasil, a superar questões básicas de saneamento e de transporte.

Joinville, é o terceiro polo industrial e tecnológico da região sul do Brasil. O rápido crescimento desta cidade trouxe benefícios e também obstáculos, perceptíveis no cotidiano da população.

Estão sendo investidos U$13,6 milhões para a ampliação da estação de tratamento de esgoto de Jarivatuba e para a construção da rede de escoamento, que vai beneficiar sobretudo aqueles que moram em lugares com poucos recursos.

Na região leste da cidade moram cerca de 120 mil pessoas. As barreiras naturais compostas pelos rios Cachoeira e Bucarein dificultam a circulação, sobretudo a de transporte público. As vias que conectam este setor ficam saturadas em horário de rush, gerando engarrafamentos e atrasos. Os cidadãos ficam retidos no trânsito sem ter alternativas de locomoção.

A construção de uma ponte de aproximadamente 800 metros sobre o Rio Cachoeira vai conectar os bairros de Boa Vista e Adhemar Garcia, permitindo um trânsito fluído e menos tempo de transporte entre as zonas leste, norte e sul da cidade. Isso vai liberar o trânsito e aumentar a mobilidade dos cidadãos reduzindo assim o tempo investido em traslados.

Estão previstos o asfaltamento de um total de 55kms de vias em diversos bairros da cidade onde circulam transportes públicos e a construção de uma ciclovia para beneficiar aqueles que usam este tipo de veículo.

Estes investimentos representam o crescimento do município que é um dos quinze com maior arrecadação tributária do país e responsável por 20% das exportações do estado catarinense.

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A água potável ajuda a melhorar a saúde e a qualidade de vida de comunidades pobres em três províncias.

Por anos Leonarda Guerrero caminhou todos os dias até o rio mais próximo para encher de água os baldes utilizados por ela, o marido e os oito filhos. Durante esses trajetos diários, ela pensava que uma tubulação de água potável era um sonho tão distante como os 600 metros de ida e volta que fazia diariamente.

Esse sonho se concretizou em agosto de 2017. O de Leonarda e os de outras 34 famílias da comunidade María Auxiliadora, localizada em uma remota província de Misiones, no noroeste argentino, quando a água começou a fluir para o encanamento das casas.

Este novo serviço de água potável é parte do Programa de Desenvolvimento Social em Áreas de Fronteira do Noroeste e do Nordeste Argentino (PROSOFA), destinado a áreas com necessidades básicas insatisfeitas naquele país.

“Antes a única maneira de guardar água era aproveitar a da chuva”, explica Hernán Benítez, responsável por projetos em FONPLATA. “Estas obras significam que foi possível levar uma solução às necessidades dessas pessoas”, destacou.

Reaparece a esperança

O Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata, FONPLATA, financiou 90% (pouco mais de US$28 milhões) do projeto de água potável, para ampliar a cobertura e melhorar a qualidade dos serviços de água e da infraestrutura básica e social destas pequenas comunidades rurais e agrícolas nas províncias de Misiones, Catamarca e Santiago del Estero.

Em todas estas comunidades, a torre do tanque de água é vista pelos moradores como algo a ser cuidado. Em uma delas, as crianças do vilarejo colocaram com tinta suas mãos na casinha onde estão instalados os medidores para demonstrar que ali estão mais que aparelhos e sim algo que representa o ressurgimento da esperança e de novos caminhos para a singela sociedade.

Todas as famílias que agora recebem água corrente em suas casas têm experiências positivas para contar: agora dispõem de mais tempo para se dedicar a outras atividades, ficou mais fácil lavar e cozinha ou porque agora podem instalar banheiros em suas casas para melhorar sua qualidade de vida e de saúde.

Erradicar doenças

Do posto de saúde de Alba Posse, na província de Misiones, é possível ver o Rio Uruguai e na outra margem, o Brasil. Apesar da bela paisagem, o local não possuía água potável. Os médicos trabalhavam de forma precária por causa dos limites impostos pela falta de água encanada.

Antes eram comuns doenças geradas pela má qualidade do líquido vital e isso representava consequências para adultos e crianças, que por estar doentes não podiam se dedicar ao trabalho ou à escola.  

O fornecimento constante e confiável de água significa que agora os trabalhadores da saúde podem atender melhor as pessoas deste povoado e tratar as doenças que podem ser prevenidas simplesmente com a melhoria das condições de saúde.

As províncias do norte da Argentina estão dedicadas principalmente à atividade rural, e historicamente são as de menor desenvolvimento econômico e social.

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El agua potable ayuda a mejorar la salud y la calidad de vida de comunidades pobres en tres provincias.

Durante muchos años Leonarda Guerrero caminó todos los días hasta el arroyo más cercano para llenar de agua los baldes que utilizaban ella, su marido y sus ocho hijos. Durante esos trayectos diarios, Leonarda pensaba que una tubería de agua potable era un sueño tan lejano como los 600 metros de ida y vuelta que debía transitar diariamente.

Ese sueño, sin embargo, se cumplió en agosto de 2017. La de Leonarda y otras 34 familias de la comunidad María Auxiliadora, ubicada en una remota provincia de Misiones, en el noroeste argentino, cuando el agua comenzó a fluir hacia las viviendas.

Este nuevo servicio de agua potable es parte del Programa de Desarrollo Social en Áreas Fronterizas del Noroeste y el Noreste Argentino (PROSOFA), dedicado al desarrollo social en las áreas de frontera del noroeste y noreste de Argentina con necesidades básicas insatisfechas.

“Antes la única forma de recoger agua era aprovechar la lluvia”, explica Hernán Benítez, responsable de proyectos de FONPLATA. “Estas obras significan que se logró concretar la solución a las necesidades de estas personas”, agregó.

Resurge la esperanza

El Fondo Financiero para el Desarrollo de la Cuenca del Plata, FONPLATA, financió el 90% (poco más de US$28 millones) del proyecto de agua potable, que buscaba ampliar la cobertura y mejorar la calidad de los servicios de agua y la infraestructura básica y social de estas pequeñas comunidades rurales y agrícolas en las provincias de Misiones, Catamarca y Santiago del Estero.

En todas estas comunidades, la torre del tanque de agua es vista por sus habitantes como algo que deben cuidar mucho. En una de ellas, los niños imprimieron las palmas de las manos en la casilla de los medidores, para simbolizar que se trata de mucho más que simples depósitos de líquido y que la llegada del agua representa el resurgimiento de la esperanza y de nuevos caminos.

Todas las familias que ahora disfruta de agua corriente en sus casas tienen experiencias positivas para contar: ahora disponen de más tiempo para dedicarse a otras actividades, se hizo más fácil lavar y cocinar, o pueden instalar baños para mejorar su calidad de vida y su salubridad.

Erradicar enfermedades

Desde el puesto de salud de Alba Posse, en la provincia argentina de Misiones, se puede ver el Río Uruguay y en la otra orilla, Brasil. A pesar de la privilegiada vista al magnífico paisaje, el lugar no contaba con agua potable.   Los médicos trabajaban de forma precaria debido a los límites impuestos por no contar con un suministro fiable.

La falta de agua hacia que fueran comunes enfermedades atribuibles a la mala calidad del líquido vital y eso tenía consecuencias para adultos y niños, que por estar enfermos no podían dedicarse al trabajo o a la escuela.

Un suministro constante y confiable de agua significa que ahora los trabajadores de la salud van a poder atender mejor a esta población y atender enfermedades que pueden ser prevenibles simplemente con mejorar las condiciones de salubridad.

Las provincias del norte de Argentina se dedican principalmente a la actividad rural, e históricamente son las de menor desarrollo económico y social.

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Banco Mundial prevê crescimento de 0,7% para a região em 2017, e de 2,3% em 2018.

A economia da América Latina está voltando a crescer, informou nesta quarta-feira o economista chefe do Banco Mundial para esta região. De acordo com o balanço semestral apresentado por Carlos Végh, este ano será de recuperação de 1,2%, superando a recessão de 2016.

No entanto a situação fiscal de boa parte dos países da região ainda é precária, e isso aponta para a necessidade de promover ajustes fiscais em alguns deles. Depois de dois anos de queda do Producto Interno Bruto (PIB), a región irá crescer 0,7% em 2017. Em 2018 o crescimento debe ser ainda maior, de 2,3%.

Végh destacou que o crescimento será por causa da recuperação das economias mais importantes da região: a Argentina, com 2,8%, após queda em 2016; e o Brasil com um crescimento de 0,7% após dois anos consecutivos de queda.

Nos demais países da Bacia do Rio da Prata, a Bolívia foi o que teve melhor desempenho. O Banco Mundial prevê um crescimento de 3,9% para este país em 2017.  O organismo internacional, no entanto, enfatizou que talvez sejam necessárias algumas reformas fiscais para continuar nesta rota ascendente.

Já o Uruguai, teve um crescimento de mais de dois pontos percentuais em relação a 2016. Em 2018 este país deve ter um rendimento moderado.

O Paraguai, por outro lado, continua com estáveis taxas de crescimento, sobretudo se for levado em conta as limitações logísticas deste país sem saída ao mar.

Esta retomada econômica da América Latina tem origem no preço das commodities (produtos básicos com cotação global); nas taxas de crescimentos dos Estados Unidos, o que é particularmente importante para o México e para a América Central; e o desenvolvimento da China, com mais impacto para a América do Sul. Além do bom desempenho dos mercados internacionais, segundo o Banco MUndial.

“Se quisermos crescer mais 1.2%, que é o que a região deve aspirar, vamos ter que depender de nós mesmos”, afirmou Vérgh, no sentido que cada país deve buscar em sua economia e na da região em que está localizado aumentar o comércio e continuar crescendo.

Delicada situação fiscal

Durante este período de crescimento será necessário fazer ajustes fiscais, advertiu o economista. De acordo com a análise, pelo menos 28 das 32 economias da região vão ter déficit fiscal em 2017.

“Essa é uma situação fiscal frágil. A soma da dívida pública é de 58,7%, um nível que para os países emergentes é um nível de demonstra uma preocupação. Em seis desses países o endividamento bruto ultrapassa 80% de seus PIBs”.

A precária situação fiscal na região aponta que há um espaço fiscal limitado e que pode ser necessário revisar as políticas fiscais.

“Um ajuste fiscal é inevitável e o gradualismo é aconselhável já que estamos em época de baixo crescimento e fazer um ajuste fiscal de choque não é recomendável”.

O caso dos vizinhos

O impacto da queda dos preços do petróleo, em meados de 2014, representou uma queda muito pronunciada do PIB brasileiro. Para se ajustar à situação o Brasil fez uma política de contração monetária muito agressiva.

“Este país sul-americano priorizou a estabilidade cambial e inflacionária”, explicou Végh.

Entre as medidas adotadas para avançar rumo à recuperação econômica, alguns países escolheram subir a taxa de juros por receio à desvalorização e à aceleração inflacionária. O economista desta que em nações com pouca credibilidade na área da política monetária ou aqueles com muitas dívidas em moeda estrangeira isto poderia gerar um círculo vicioso.

A Argentina recebeu muitos elogios graças a um acordo com os credores e à reforma tributária. “A inflação caiu pela metade e agora está em cerca de 20%, que é o menor nível em sete anos. A Argentina está em excelente trajetória”, destacou Vérgh.

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